Tabela Salarial de Serviços Bibliotecários

Observando a necessidades de uma Tabela Salarial para Serviços Bibliotecários na Região Norte, criamos uma lista de serviços prestados por profissionais da área, com seus respectivos valores.

Essa tabela é baseada em outras tabelas disponíveis no site do CFB, ainda assim levamos em consideração as posições econômicas da região, de forma a montar uma debela que absorvesse as necessidades do profissional, suprindo também as características econômicas do contratante da regional.

Então acredito que o nosso trabalho possa contribuir consideravelmente para nossa Comunidade Bibliotecária, de forma a padronizar nossa valorização salarial na região. Abaixo segue a tabela:


TABELA SALARIAL DE SERVIÇOS BIBLIOTECÁRIOS

PISO SALARIAL

- 40 horas semanais = R$ 2.200,00

- 30 horas semanais = R$ 1.700,00

- 20 horas semanais = R$ 1.200,00

SALÁRIO HORA S/VÍNCULO EMPREGATÍCIO

- Consultoria e assessoria: diagnóstico e projeto; organização/implantação/manutenção (de arquivos, bibliotecas, centros de informação e base de dados) = R$ 90,00 ou 20% do salário mínimo.

- Treinamentos/cursos de aperfeiçoamento = R$ 70,00 ou 15% do salário mínimo.

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

- Elaboração de ficha catalográfica na fonte = R$ 40,00 a R$ 50,00 ou 10% do salário mínimo.

- Preparo técnico por unidade bibliográfica = R$ 35,00 a R$ 45,00 ou 7% do salário mínimo.

- Levantamento bibliográfico por fonte = R$ 3,50 (por referência)

- Normalização bibliográfica por referência = R$ 3,00.

- Normalização de documentos por folha = R$ 3,00 a R$ 5,00.



Texto de:
Lucidalva Barroso
Bolsista do MPEG
email: lucidalva.barroso@gmail.com

Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com

Preservativo do século 19 é achado dentro de biblioteca

Novas bibliotecas

Olá, caros leitores. Recentemente pude ler um artigo bem interessante sobre Biblioteca e Cidadania foi quando refleti sobre uma forma de atualização das bibliotecas. Falamos muito que é bom ler, pegar, folhear o livro. E de fato isso é incontestável, mas já parastes pra pensar o quanto a tecnologia influencia nas nossas vida? o quanto ela muda nossos costumes? Desse ponto de vista observo o quanto me desapeguei em consultar livro, raros são os casos, é claro ainda continuo comprando livros, mas não tanto o quanto os procuro online. O ato da busca online por um assunto chega ser intuitivo, até mais forte que o pensamento, digo isso porque primeiro penso em encontrar qualquer assunto na internet antes mesmo de buscá-lo em formato impresso e quando penso em comprar o livro, onde vou? numa livraria online é claro!!
Não estou tentando derrubar um paradigma, nem sou contra o uso de bibliotecas, até mesmo porque ainda acho que demorará muito pra que elas percam todas suas funções, isso se ainda perderem.
Pesando fortemente no foto das bibliotecas não perderem suas funções, é formo o pensamento de atualização das bibliotecas. Mais computadores, consultas online, wiki's, quem sabe, a atualização das bibliotecas agora se torna um fator primordial para o seu "a-in-fechamento".
Imagine uma biblioteca com uma visualização moderna, o quanto isso não chamaria usuários e principalmente os usuários mais jovens. Se a proposta é "a biblioteca atuar mais", não se deveria dar mais atualidade, tanto pra quem trabalha nela quanto pra quem a usa como fonte. Porém ainda assim daí surgem vários fatores, sendo que a principal é quem quer custear isso e com qual interesse?

Texto de:
Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com

Livros digitais opensource só o Schwarzenegger, mesmo!!

Vendo desse ponto de vista é uma boa proposta pra eliminar os livros tradicionais. Mas a questão é: "será que pega?".
Arnold Schwarzenegger, na tentativa de diminuir os gastos públicos no seu governo, propôs disponibilizar livros digitais para as crianças, abordou ainda a questão da desatualização dos livros assim que saem do prelo, o que na forma digital não aconteceria, podendo ser atualizado constantemente. Talvez fosse comparado a uma forma de Wiki didática on-line, não é mesmo?
Em surge mais uma pergunta: “será que o Lula tá pensando em algo parecido pro Brasil?”

Fonte: Meio Bit
Texto de:
Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com

Black Pixel Project (Greenpeace)

Entre as diversas e sensacionais ideias do Greenpeace está disponível para download o Black Pixel, em convênio com instituição de tecnologia, CESAR e AlmapBBDO.
O esquema se baseia num soft que instalado no computador cria no canto superior do monitor um ponto preto. O objetivo é que com esse ponto haja uma redução de consumo de energia. A lógica é fazer com que o máximo de pessoas participem da campanha e como o BiblioPará não poderia ficar de fora na ajuda a favor do meio ambiente, estamos dentro!!!
Pena que o sistema esteja disponível apenas para monitores CRT (tubo) e de Plasma.
Link do site da campanha: http://www.greenpeaceblackpixel.org/#/pt

Ergonomia

Formigamento nas mãos? Tensão no pescoço? Dores na coluna? E, curioso, isso só acontece quando está trabalhando? Cuidado, isso pode ser sintoma de falta de Ergonomia no ambiente de trabalho. A ergonomia tornou-se conhecida na década de quarenta quando reuniu-se, na Inglaterra, um grupo de cientistas e pesquisadores interessados em discutir e formalizar a existência desse novo ramo de aplicação interdisciplinar porque integra conhecimentos de várias áreas da Ciência como a Medicina, a Psicologia, a Sociologia e Arquitetura dentre outras, evidenciando também sua multidisciplinaridade. Ela pode ser dividida em três tipos distintos: a)ergonomia de concepção: ocorre quando a contribuição ergonômica se faz durante a fase inicial de projeto do produto, da máquina ou ambiente; b)ergonomia de correção: ocorre em um ambiente já criado, reformulando-o; c)ergonomia de conscientização também chamada de ergonomia de mudança: depende exclusivamente do trabalhador, de convencê-lo a utilizar novas técnicas e instrumentos. É importante salientar que os três tipos de contribuições podem ser utilizados intercalados ou combinados para que se obtenha um melhor resultado. Além disso, a intervenção nem sempre acaba com os problemas existentes, podendo ser revista e refeita no momento em que novos problemas forem descobertos.
A Ergonomia ou o estudo da adaptação do trabalho ao homem, preocupa-se desde a cor do local de trabalho, iluminação, mobiliário até a estrutura organizacional de como ele é desenvolvido, porque pressão por produção também é um fator desencadeante dos chamados Distúrbios Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT). E, foi devido ao alto índice de estatísticas de DORT entre trabalhadores de diversas profissões que o Ministério do Trabalho e Previdência Social instituiu a Portaria nº 3.751, em 23 de novembro de 1990, criando a Norma Regulamentadora nº 17 (NR-17) que trata especificamente da ergonomia nos postos de trabalho. Resumidamente, os fatores abordados na NR-17 são: levantamento, transporte e descarga individual de materiais; mobiliário dos postos de trabalho; equipamentos dos postos de trabalho; condições ambientais de trabalho e organização do trabalho. Depois de instaurada a norma, que é um adendo a Legislação Trabalhista, ficou mais fácil para o profissional exigir melhores condições de trabalho, já que a legislação anterior a norma não especificava os fatores condicionantes das DORT’s. Em 2008, o assunto foi tema de monografia defendida na Universidade Federal do Pará (UFPA), com o título de “Ergonomia como fator de prevenção de doenças do trabalho do Bibliotecário”, a pesquisa apresenta, entre outras coisas, recomendações ergonômicas para o posto de trabalho do bibliotecário levando em consideração alguns fatores ambientais, posturas e movimentos realizados durante a execução do trabalho, baseando-se na NR-17. A Ergonomia busca a adaptação do trabalho às características do trabalhador, adaptando-o da melhor forma possível à tarefa que desempenha, dessa forma as atividades desenvolvidas serão mais aproveitadas gerando um melhor desempenho no trabalho.


Texto de:
Raquel Chagas dos Santos
spdtr2@yahoo.com.br

Acervo digital da Veja

Não costumo fazer propaganda, mas como é de graça...rsrsrs
A Veja disponibilizou o seu acervo com todas os fascículos, desde de 1968 até hoje.
Bem fica ai o link pra quem quiser usufruir.

http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx



Texto de:
Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com