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Biblioterapia no HUJBB

Semana passada tive a oportunidade de participar de uma das ações do Biblioterapia, no Hospital Universitário João de Barros Barreto. Atualmente o projeto está sobre coordenação de Rosiany Amaral, forma em biblioteconomia.
Até então, embora com algumas pensamentos de como seria a ação praticada por eles, nada em mente me parecia tão concreto e pelo que vi me pareceu uma ação muito mais humana do que qualquer outra coisa.
Acredito que a aplicabilidade de qualquer profissão ou disciplina se dê principalmente em ajudar a sociedade ou grupo, o importante mesmo é contribuir com o social e o Biblioterapia é um bom exemplo.
Se quiser conferir basta ir no link abaixo e poderá ter acesso ao texto publicado no jornal o Liberal sobre o projeto.

http://www.ufpa.br/bc/site/images/stories/Materia-Biblioterapia.pdf

Dia do Bibliotecário (12/03/2010)

Nossa hoje é dia do Bibliotecário, a gang que administra informação, se assim posso dizer. Então que todos os Bibliotecários sejam muito felizes e realizados com essa profissão, que tanto é demandada à tecnologia e a constante atualização. E que continuem sendo primordiais, seja entre as estantes, seja digitando num teclado de computador, seja em qualquer lugar onde ali estiver um consulente e informação e por sim precisam se relacionar e gerando conhecimento.
Ainda mais, gostaria de relatar aqui nesse post uma situação interessante que ocorreu, justamente hoje "Dia do Bibliotecário", ao abrir meu e-mail. Estava eu a lê-los quando dois e-mail's me chamaram a atenção, em especial, sendo um com o título "Dia do Bibliotecário" e o outro "Dia Internacional da pessoa perturbada", então logo relacionei: "não seria interessante, justamente no Dia do Bibliotecário, ser também o Dia do Perturbado?". Cara que coisa mais louca, né mesmo?.
No entanto havia uma parte do texto que dizia exatamente assim:



A cada 60 segundos que você passa com raiva, contrariado ou louco, equivale a um minuto de felicidade que você perde.

Então meus caros amigos Bibliotecários, se há alguma relação entre ser perturbado e bibliotecário, eu não sei, mas que todos devemos ser felizes , com toda certeza que sim.


FELIZ DIA DO BIBLIOTECÁRIO

O bibliotecário do Futuro....rsrsrs

Estive navegando pela net e encontrei a caricatura exata do Bibliotecário do Futuro no Blog Neblina. Ai está:


Clique na imagem para ampliar


Bibliometria e a sua praticidade (1): introdução

Sempre tive a vontade de escrever muito sobre bibliometria e o quanto sua utilização em uma biblioteca pode trazer benefícios pra gestão.

Por isso essa seguência se textos que irei postar aqui no meu blog são descrições do meu Projeto de Bolsa PCI, desenvolvido na Biblioteca Domingo Soares Ferreira Penna, do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), a qual distinguarei como Biblioteca do MPEG.

O projeto basicamente teve a intenção de diagnosticar o uso da Coleção de Periódicos Científicos da Biblioteca do MPEG num período de 10 anos, identificando nesse processo um núcleo de periódicos mais dedicados aos usuários da instituição e a partir daí precisar um quantitativo do acervo de periódicos, assim como verificar a importância da biblioteca como Base no Comut.

Agora que já dei uma pincelada sobre o projeto e minhas intensões, seria indiscutível a necessidade de conceituar Bibliometria e dar uma breve palinha sobre o assunto, aproveitando a oportunidade para mostrar a metodologia usada no processo de estudo. Então verificaremos a baixo.

Bem Bibliometria, num sentido mais amplo, consiste num emaranhado de
leis que conceitualmente envolvem a Ciência da Informação de forma a
avaliar quantativamente e também qualitativamente um grupo de informações, sejam eles de estudo
de acervo ou produção científica, entre outros. Atualmente, creio que
principalmente pelo advento da tecnologia o que contribui uma explosão massiva dela, tenham surgido outros formatos
de estudo estatístico para informação, como webmetria e cienciometria.

A Bibliometria se divide em várias outras Leis de estudo, sendo que as principais segmentações são a Lei de Zipf, Lei de Lotka, que tentaremos explanar de uma forma mais concisa nos próximos post's, ainda há a Lei de Bradford, sendo esta a lei mais encontrada na literatura, podendo ser visualizada de diversas formas no seu uso. Em momentos usadas para estudo referentes a áreas de assuntos e em outros criando núcleos de uso de materiais de bibliotecas.

Duas coisas são interessantes no uso da Lei de Bradford, que usualmente é bastante conhecida também como Lei da Dispersão, no momento de estudos em que o principal objetivo é retirar um núcleo conciso de uso é importante a utilização de outras variáveis. Sendo a segunda questão interessante da Lei é que todas tenta manter a natureza dela, ou melhor todas identificam um Núcleo de informação mais concisas e um Grupo de Dispersão de informações menos concisas.

Acho que por um post tá bom né, nos próximos tentaremos falar um pouco mais e ainda fico devendo um post com uma lista de artigos que podemos ler para aprimorar o nosso conhecimento.

Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com

Apresentação do Projeto desenvolvido na Biblioteca do MPEG

Essa apresentação foi desenvolvida no intuito de mostrar o trabalho parcial de estudo da coleção de periódicos científicos na Biblioteca Domingo Soares Ferreira Penna, no Museu Paraense Emílio Goeldi.

Utilizou-se para isso a Lei de Bradford ou Lei da Dispersão, como base metodológica. Com isso foi possível identificar o Núcleo dos periódicos mais dedicados a instituição, como também o grupo de dispersão, os menos usados na biblioteca.

Esse trabalho serve como contribuição a estudos na área de ciência da informação, subsídio a formação de consócios e redes institucionais e o fortalecimento da pesquisa na instituição.

Abaixo a apresentação feita no III Seminário do Programa de Capacitação Institucional do Museu Goeldi. Realizado na própria instituição, no mês de setembro de 09.



Analise bibliométrica de periódicos científicos no MPEG
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Tabela Salarial de Serviços Bibliotecários

Observando a necessidades de uma Tabela Salarial para Serviços Bibliotecários na Região Norte, criamos uma lista de serviços prestados por profissionais da área, com seus respectivos valores.

Essa tabela é baseada em outras tabelas disponíveis no site do CFB, ainda assim levamos em consideração as posições econômicas da região, de forma a montar uma debela que absorvesse as necessidades do profissional, suprindo também as características econômicas do contratante da regional.

Então acredito que o nosso trabalho possa contribuir consideravelmente para nossa Comunidade Bibliotecária, de forma a padronizar nossa valorização salarial na região. Abaixo segue a tabela:


TABELA SALARIAL DE SERVIÇOS BIBLIOTECÁRIOS

PISO SALARIAL

- 40 horas semanais = R$ 2.200,00

- 30 horas semanais = R$ 1.700,00

- 20 horas semanais = R$ 1.200,00

SALÁRIO HORA S/VÍNCULO EMPREGATÍCIO

- Consultoria e assessoria: diagnóstico e projeto; organização/implantação/manutenção (de arquivos, bibliotecas, centros de informação e base de dados) = R$ 90,00 ou 20% do salário mínimo.

- Treinamentos/cursos de aperfeiçoamento = R$ 70,00 ou 15% do salário mínimo.

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

- Elaboração de ficha catalográfica na fonte = R$ 40,00 a R$ 50,00 ou 10% do salário mínimo.

- Preparo técnico por unidade bibliográfica = R$ 35,00 a R$ 45,00 ou 7% do salário mínimo.

- Levantamento bibliográfico por fonte = R$ 3,50 (por referência)

- Normalização bibliográfica por referência = R$ 3,00.

- Normalização de documentos por folha = R$ 3,00 a R$ 5,00.



Texto de:
Lucidalva Barroso
Bolsista do MPEG
email: lucidalva.barroso@gmail.com

Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com

Preservativo do século 19 é achado dentro de biblioteca

Novas bibliotecas

Olá, caros leitores. Recentemente pude ler um artigo bem interessante sobre Biblioteca e Cidadania foi quando refleti sobre uma forma de atualização das bibliotecas. Falamos muito que é bom ler, pegar, folhear o livro. E de fato isso é incontestável, mas já parastes pra pensar o quanto a tecnologia influencia nas nossas vida? o quanto ela muda nossos costumes? Desse ponto de vista observo o quanto me desapeguei em consultar livro, raros são os casos, é claro ainda continuo comprando livros, mas não tanto o quanto os procuro online. O ato da busca online por um assunto chega ser intuitivo, até mais forte que o pensamento, digo isso porque primeiro penso em encontrar qualquer assunto na internet antes mesmo de buscá-lo em formato impresso e quando penso em comprar o livro, onde vou? numa livraria online é claro!!
Não estou tentando derrubar um paradigma, nem sou contra o uso de bibliotecas, até mesmo porque ainda acho que demorará muito pra que elas percam todas suas funções, isso se ainda perderem.
Pesando fortemente no foto das bibliotecas não perderem suas funções, é formo o pensamento de atualização das bibliotecas. Mais computadores, consultas online, wiki's, quem sabe, a atualização das bibliotecas agora se torna um fator primordial para o seu "a-in-fechamento".
Imagine uma biblioteca com uma visualização moderna, o quanto isso não chamaria usuários e principalmente os usuários mais jovens. Se a proposta é "a biblioteca atuar mais", não se deveria dar mais atualidade, tanto pra quem trabalha nela quanto pra quem a usa como fonte. Porém ainda assim daí surgem vários fatores, sendo que a principal é quem quer custear isso e com qual interesse?

Texto de:
Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com

Bibliote Digital Mundial - Unesco

A Unesco recentemente teve mais uma sacada, que é justamente a criação da Biblioteca Digital Mundial. Sensacional do ponto de vista em disseminação da informação e inclusão.
Conforme informações colidas, o site têm como objetivos: promover entendimentos internacionais e interculturais, a expansão do conhecimento pela internet como uma forma de recurso educacional, assim como desenvolver a capacidade em instituições parceiras. Sem falar da centralização da informação, que dependendo do ponto de vista pode ser um fator bom ou ruim.
Mas é isso ai leitores, prefiro que vocês criem suas próprias conclusão sobre o assunto. Basta clicar no link abaixo para ter acesso.

http://www.wdl.org/pt

Texto de:
Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com

A Informação

Depois de um trabalho desenvolvido na especialização resolvi expor aqui no blog, um dos tópicos que, por ventura, está muito relacionado a nossa proposta.
A seguir faremos agora uma breve abordagem sobre informação.
A informação basicamente surge a partir da agregação de valores na percepção de algo. Atribuímos a esse ‘algo’ o sentido de dados. Gerando a parti do seu uso o conhecimento, a informação adequadamente utilizada deixando ao usuário benefícios ao seu desenvolvimento, assim como a sociedade. A informação age como “agente mediador na produção do conhecimento a informação qualifica-se, em forma e substância, como estruturas significantes com a competência de gerar conhecimento para o indivíduo e para o grupo” (BARRETO, 1994, p. 3).
A informação é posta como algo inscrito (BERRETO, 2005; OLETO, 2006), independente do seu formato, sendo ele visual ou auditivo, mas vista como um registro deu ao homem a facilitação de geração do conhecimento, pois poderia ser registrada e armazenada. Apropriando assim a contribuição da transferência da informação no tempo e no espaço (BERRETO, 2005).
Para Barreto (2005) a essência do fenômeno da informação está adequada ao processo de transferência de informação, efetiva entre os sujeitos do processo, podendo possivelmente gerar conhecimento. Nesse sentido observamos a modificadora do pensamento e da sociedade: a informação. Sendo imprescindível a percepção desta para a geração de conhecimento, expondo o individuo a um nível melhor de vida. Para esse processo dá-se certa importância, pois isso dependerá, também, do nível de conhecimento do receptor, já que é nesse momento definida a relevância do dado analisado (OLETO, 2006).

Referências:
BERRETO, Aldo de Albuquerque. A questão da informação. São Paulo em Perspectiva, [s.l.], v. 8, n. 4, p. 4-8, 1994.
BERRETO, Aldo de Albuquerque. A estrutura do texto e a transferência da informação. Datagamazero: revista de ciência da informação, v. 6, n. 3, jun. 2005.
OLETO, Ronaldo Ronan. Percepção da qualidade da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 35, n. 1, p. 57-62, jan./abr. 2006.


Texto de:
Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com

Conhecendo mais um pouco de biblioteca 2.0

Desde os primórdios, dos tempos do papiro ou pergaminho a arte biblioteconômica vem tomando ares inovadores, se desenvolvendo e adaptando de acordo com a realidade. E o mais interessante nisso tudo é a necessidade de mudança que o próprio bibliotecário tem que se submeter para fazer com que sua função continue sendo exercida como se é esperado.
Hoje é muito comum ouvirmos falar em inovação, atualização, reconstrução e muitas outras coisas deste tipo, e lógico que na biblioteconomia não poderia ser diferente. Atualmente um dos termos que vem sendo bastante utilizado é a Biblioteca 2.0, que é uma adaptação de um termo da área de informática para nossa área.
Não abordarei aqui a utilização deste termo, sendo boa ou não, pois encontramos atualmente opiniões bem divergentes sobre este tema, contudo quero apresentar um pouco do que é esse termo para termos mais conhecimento sobre o assunto, haja vista ainda poucos autores discorrerem sobre o assunto.
O termo BIBLIOTECA 2.0 surge a partir da tecnologia WEB 2.0 que tem como principio o desenvolvimento de aplicativos que buscam ser melhores de acordo com a utilização das pessoas. Nessa tecnologia quanto mais se é utilizado maior o seu desenvolvimento, pois se vê a soma da inteligência coletiva, onde cada um colabora com o crescimento dessa tecnologia e onde mais poderia ser utilizado, junto a outros programas.
Para entendermos melhor numa comparação bem simples, a web 2.0 é como uma obra de arte realizada por varias pessoas, onde cada uma acrescenta sua idéia, melhorando continuamente o trabalho apresentado, buscando sempre o melhor produto final.
Seguindo o raciocínio da web 2.0 surge a biblioteca 2.0 que na visão de Maness (2007, p. 45) tem-se como “uma comunidade virtual centrada no usuário... Os usuários interagem e criam recursos (conteúdos) uns com os outros e com os bibliotecários.” Verificamos a importância da participação dos usuários e da interação deste com os bibliotecários, para que haja um desenvolvimento dos conteúdos para a disseminação e utilização da informação.
É importante ressaltar que este termo é principalmente relacionado à utilização das tecnologias nos serviços de informação na web e como estas podem ajudar no oferecimento de informações realmente úteis para o usuário.
Temos que estar atentos para as novidades que são apresentados pela web e como ela esta contribuindo para o desenvolvimento de todo o mundo, em especial no nosso caso no desenvolvimento da gestão da informação, ponto principal na vida do profissional de Biblioteconomia.
Fica então o convite para busquemos mais informações sobre a biblioteca 2.0, até mesmo para que utilizemos mais ainda suas facilidades e funcionalidades no desenvolvimento de nossa profissão.


REFERÊNCIAS E LINK'S:

MANESS, J. M. Teoria da Biblioteca 2.0: Web 2.0 e suas implicações para as bibliotecas. Traduzido por Geysa Flávia Câmara de Lima Nascimento e Gustavo Henrique do Nascimento Neto. Informação & Sociedade: Estudos, v. 17, n 1, 2007. Acesse clicando aqui.

Ferramentas de “Web 2.0″ para bibliotecas.

Texto de:
Nilo M. Pereira Junior
Bibliotecário SENAI – DR/TO
email: nilobiblio@fieto.com.br

Site que faz referências - Link Ufsc

Em uma das minhas peripécias na internet, encontrei um site bem interessante. Me pareceu confiável, já que é um site da UFSC.
Bem o interessante dele é que basicamente, digita-se os dados da obra e "tharam" aparece a referência toda normalizada.
Para conferir basta acessar o link abaixo ou clique aqui:
http://www.rexlab.ufsc.br:8080/more/index.jsp

Texto de:
Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com

Biblioteca 2.0, se come com o quê?

Considerei esse tópico bastante interessante, já que constantemente vem ganhando cada vez mais espaço, em sites, blog’s e até mesmo periódicos. Leva-se em consideração as diversas formas utilizadas para nomenclatura, como ‘biblioteca do futuro’, ‘biblioteca virtual ou digital’ e até mesmo ‘biblioteca 2.0’.

Apesar das diversas interpretações é imprescindível a conceituação de cada nomenclatura e se realmente é um novo paradigma na área de biblioteconomia ou pura e simplesmente, nada mais do que marketing em biblioteca, como tive a oportunidade de ler em alguns textos. Porém uma dos fatores que mais se discute com relação ao tema está ligado ao objetivo deste novo serviço, sendo que para alguns escritores do assunto como Álvaro Cabezas, o usuário vem a ser o centro do sistema, funcionando como um ponto de encontro, orientado a interações e as redes sociais.

Na oportunidade de ler outros blog's sobre o assunto, entende-se que primeiramente que há necessidade de compreender um pouco mais da Web 2.0.

A pretensão é que sejam postados mais textos sobre o assunto. Porém para início é interessante o acesso a alguns link’s, disponibilizados abaixo:


Texto no scielo

Blog Library Learning 2.1

Blog do Álvaro Cabezas: qué es biblitoeca 2.0

Texto de:
Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com