Bibliometria e a sua praticidade (1): introdução

Sempre tive a vontade de escrever muito sobre bibliometria e o quanto sua utilização em uma biblioteca pode trazer benefícios pra gestão.

Por isso essa seguência se textos que irei postar aqui no meu blog são descrições do meu Projeto de Bolsa PCI, desenvolvido na Biblioteca Domingo Soares Ferreira Penna, do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), a qual distinguarei como Biblioteca do MPEG.

O projeto basicamente teve a intenção de diagnosticar o uso da Coleção de Periódicos Científicos da Biblioteca do MPEG num período de 10 anos, identificando nesse processo um núcleo de periódicos mais dedicados aos usuários da instituição e a partir daí precisar um quantitativo do acervo de periódicos, assim como verificar a importância da biblioteca como Base no Comut.

Agora que já dei uma pincelada sobre o projeto e minhas intensões, seria indiscutível a necessidade de conceituar Bibliometria e dar uma breve palinha sobre o assunto, aproveitando a oportunidade para mostrar a metodologia usada no processo de estudo. Então verificaremos a baixo.

Bem Bibliometria, num sentido mais amplo, consiste num emaranhado de
leis que conceitualmente envolvem a Ciência da Informação de forma a
avaliar quantativamente e também qualitativamente um grupo de informações, sejam eles de estudo
de acervo ou produção científica, entre outros. Atualmente, creio que
principalmente pelo advento da tecnologia o que contribui uma explosão massiva dela, tenham surgido outros formatos
de estudo estatístico para informação, como webmetria e cienciometria.

A Bibliometria se divide em várias outras Leis de estudo, sendo que as principais segmentações são a Lei de Zipf, Lei de Lotka, que tentaremos explanar de uma forma mais concisa nos próximos post's, ainda há a Lei de Bradford, sendo esta a lei mais encontrada na literatura, podendo ser visualizada de diversas formas no seu uso. Em momentos usadas para estudo referentes a áreas de assuntos e em outros criando núcleos de uso de materiais de bibliotecas.

Duas coisas são interessantes no uso da Lei de Bradford, que usualmente é bastante conhecida também como Lei da Dispersão, no momento de estudos em que o principal objetivo é retirar um núcleo conciso de uso é importante a utilização de outras variáveis. Sendo a segunda questão interessante da Lei é que todas tenta manter a natureza dela, ou melhor todas identificam um Núcleo de informação mais concisas e um Grupo de Dispersão de informações menos concisas.

Acho que por um post tá bom né, nos próximos tentaremos falar um pouco mais e ainda fico devendo um post com uma lista de artigos que podemos ler para aprimorar o nosso conhecimento.

Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com

Apresentação do Projeto desenvolvido na Biblioteca do MPEG

Essa apresentação foi desenvolvida no intuito de mostrar o trabalho parcial de estudo da coleção de periódicos científicos na Biblioteca Domingo Soares Ferreira Penna, no Museu Paraense Emílio Goeldi.

Utilizou-se para isso a Lei de Bradford ou Lei da Dispersão, como base metodológica. Com isso foi possível identificar o Núcleo dos periódicos mais dedicados a instituição, como também o grupo de dispersão, os menos usados na biblioteca.

Esse trabalho serve como contribuição a estudos na área de ciência da informação, subsídio a formação de consócios e redes institucionais e o fortalecimento da pesquisa na instituição.

Abaixo a apresentação feita no III Seminário do Programa de Capacitação Institucional do Museu Goeldi. Realizado na própria instituição, no mês de setembro de 09.



Analise bibliométrica de periódicos científicos no MPEG
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Logo do XIII Erebd

Logo do XIII Erebd




Ai vai um gostinho da logo do evento. Para um melhor entendimento sobre ela, a ideia foi envolver um lenda muito conhecida na Amazônia, a Lenda do Muiraquitã, que é considerada também um verdadeiro amuleto da
sorte.
A simbologia consiste na forma de um sapinho feito de pedra ou argila de cor
verde, anteriormente confeccionado em
jade.
Para os indígenas a lenda acontece da seguinte forma:

"estes
batráquios eram confeccionados pelas índias que habitavam às margens do
rio Amazonas. As belas índias Amazonas (índias guerreiras), durante as noites de luar claras como o dia, após o acasalamento com seus parceiros da tribo mais próxima, se
dirigiam a um lago mais próximo e lá mergulhavam em suas águas retirando do fundo bonitas pedras, com um toque artesão rapidamente modelavam o simbólico Muiraquitã e o ofereciam aos seus amados. Esse presente, se caracterizava como um verdadeiro talismã pendurado ao pescoço. Acreditava-se que com o talismã os guerreiros teriam boa sorte e felicidade".

Até nos dias de hoje muitas pessoas ainda acreditam que o Muiraquitã traga felicidade, por isso ainda é considerado um amuleto de sorte para quem o possui.


Vamos participar do evento:
Período: de 18 à 23 de janeiro de 2010
Local: UFPA, Belém-PA


Pierre Lévy apresenta o projeto IEML

Quer saber qual é a operadora?

Tá ai uma coisa que não se vê todo dia, mas que na verdade deveria ser ao contrário!
Depois da portabilidade ficou difícil pra saber a qual operadora pertence o número do celular que teu amigo, né verdade!? O jeito mais fácil seria perguntar, mas e para o caso de esquecer ou coisa do gênero? Para esse caso meu caro leitor, bastar acessar o link abaixo:
http://consultanumero.abr.net.br:8080/consultanumero/

Tabela Salarial de Serviços Bibliotecários

Observando a necessidades de uma Tabela Salarial para Serviços Bibliotecários na Região Norte, criamos uma lista de serviços prestados por profissionais da área, com seus respectivos valores.

Essa tabela é baseada em outras tabelas disponíveis no site do CFB, ainda assim levamos em consideração as posições econômicas da região, de forma a montar uma debela que absorvesse as necessidades do profissional, suprindo também as características econômicas do contratante da regional.

Então acredito que o nosso trabalho possa contribuir consideravelmente para nossa Comunidade Bibliotecária, de forma a padronizar nossa valorização salarial na região. Abaixo segue a tabela:


TABELA SALARIAL DE SERVIÇOS BIBLIOTECÁRIOS

PISO SALARIAL

- 40 horas semanais = R$ 2.200,00

- 30 horas semanais = R$ 1.700,00

- 20 horas semanais = R$ 1.200,00

SALÁRIO HORA S/VÍNCULO EMPREGATÍCIO

- Consultoria e assessoria: diagnóstico e projeto; organização/implantação/manutenção (de arquivos, bibliotecas, centros de informação e base de dados) = R$ 90,00 ou 20% do salário mínimo.

- Treinamentos/cursos de aperfeiçoamento = R$ 70,00 ou 15% do salário mínimo.

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

- Elaboração de ficha catalográfica na fonte = R$ 40,00 a R$ 50,00 ou 10% do salário mínimo.

- Preparo técnico por unidade bibliográfica = R$ 35,00 a R$ 45,00 ou 7% do salário mínimo.

- Levantamento bibliográfico por fonte = R$ 3,50 (por referência)

- Normalização bibliográfica por referência = R$ 3,00.

- Normalização de documentos por folha = R$ 3,00 a R$ 5,00.



Texto de:
Lucidalva Barroso
Bolsista do MPEG
email: lucidalva.barroso@gmail.com

Ellison Cleyton
Bolsista do MPEG
email: ellisoncleyton@gmail.com

Preservativo do século 19 é achado dentro de biblioteca